GUARAPARI | ESPÍRITO SANTO | FÉRIAS

Querido blog,

Cá estou eu para mais um registro de viagem! 😀

Assim como aconteceu nas férias anteriores, tínhamos em mente que iríamos viajar de moto, só não sabíamos o destino…

…foi então que Bruno e eu decidimos ir de moto de Guarulhos até Guarapari, que fica no Estado do Espírito Santo.

Escolhemos esse destino após assistir a um dos vídeos do canal Vivendo Mundo Afora, um casal que construiu um motorhome em uma Kombi e saiu para uma viagem de volta ao mundo, começando pelo Brasil.

Nesse vídeo, o casal Otaviano e Vanessa, a bordo da Kombi Maria Eugênia, ficaram no camping CCB, localizado em Setiba. Só de assistir ao vídeo já nos deu “siricuticos” de vontade de ir para lá. Porém, como o camping CCB é restrito aos sócios, tivemos que procurar outros campings pelo aplicativo MaCamp, inclusive para passar a noite no meio do trajeto dividido em dois dias.

Saímos de Guarulhos no dia 10 de novembro de 2018, aproximadamente às 9 horas da manhã. Queríamos ter saído mais cedo, mas tivemos que acomodar toda a nossa bagagem e a barraca de camping na moto, de uma forma que eu conseguisse sentar confortavelmente (se é que isso é possível)… 😀

Todo mundo nos pergunta se viajar de moto não é cansativo e eu respondo que sim! No entanto existem algumas técnicas para fazermos viagens longas de moto e cada vez que viajamos aprendemos mais! Sem contar que a experiência e o destino compensam qualquer sofrimento…

O trajeto de Guarulhos até Guarapari é de aproximadamente 884 km, o que leva em torno de 12 horas. Inicialmente havíamos escolhido o caminho que passa pelo interior de Minas Gerais e um dos campings que encontramos pelo aplicativo para passarmos a noite era lá.

No meio do caminho, tive a ideia maluca de irmos direto pela Rodovia Presidente Dutra, pois seria uma reta só. Nosso único receio de irmos por esta rota era passar pelo Rio de Janeiro, pois a fama de alguns lugares não é muito boa e como não conhecemos direito, ficamos com um pouco de medo.

Mesmo assim, engolimos o medo e decidimos seguir direto, passando pelo Rio de Janeiro e, pra falar a verdade, existem lugares muito piores tanto em São Paulo, quanto em Guarulhos. O que vale é contar com a sorte, seguir pelo caminho mais seguro e não dar brecha para o perigo.

Antes de chegarmos na tal da “zona de perigo”, fizemos algumas paradas para abastecer e almoçar. Almoçamos num restaurante chamado “Produtos da Roça” (infelizmente não localizei o site), onde comemos uma deliciosa comida caseira, seguida de um cafezinho, queijo minas e doce de leite como sobremesa!

Pegamos um pouco de chuva antes de chegar nesse restaurante e enquanto almoçávamos, choveu bastante também. Quando saímos de lá, ainda chovia um pouco, mas logo parou e nossa viagem seguiu tranquila e segura.

Chegamos no Rio de Janeiro por volta das 17h, atravessamos uma parte meio tensa na BR 101, mas nada que nos atrapalhasse. Atravessamos também a ponte Rio Niterói pela primeira vez e eu consegui ver o Cristo Redentor e o Pão-de-Açúcar de lá! Foi muito legal, pena que não consegui registrar esse momento, pois o celular estava bem guardado e nós ainda não temos câmera portátil para esses momentos.

Paramos em São Gonçalo para abastecer e também para decidir em qual camping ficar. Consultamos no MaCamp para ver os campings disponíveis na região e optamos pelo Camping Ozzi Kite em Arraial do Cabo.

Desviamos um pouco da rota para chegar até lá, mas foi pouca coisa. O único problema é que acabou ficando um pouco tarde e a viagem nesse momento ficou bem cansativa, pois tínhamos o objetivo de chegar logo ao local e acabamos não parando mais para descansar o traseiro… rsrs

Chegamos no camping Ozzi Kite lá pelas 20h, eu acho. Já estava bem tarde e, além de cansados, também estávamos com fome. Mesmo assim conseguimos conversar com o Neto, dono do camping, para combinar o local onde deveríamos montar a barraca. Aproveitamos também para pegar informações sobre locais onde pudéssemos comer naquele horário.

Ventava muito no local, com isso descobri porque tinha “kite” no nome do camping… Simplesmente os atletas “locais” aproveitam a ventania da região para praticar kite surf na praia!

O camping é bem rústico, mas muito tranquilo e amigável! Neto nos cobrou R$ 25,00 por pessoa e deixou que fizéssemos o acerto no dia seguinte. Descarregamos a moto, montamos a barraca (com muito cuidado para ela não sair voando! rsrs) e fomos atrás de alguma coisa para comer no centrinho que ficava bem próximo dali.

p_20181110_212052_vhdr_autoEsse centrinho me lembrou um pouco o de Trindade, com lojinhas, restaurantes pequenos e rústicos. Escolhemos uma pastelaria que ainda estava funcionando, pedimos nossos pastéis (que por sinal eram bem recheados) e as bebidas. Comemos e voltamos para o camping para descansar.

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Vista da barraca ao acordar…

Apesar do vento que fazia com que a barraca quase levantasse vôo, conseguimos dormir e descansar muito bem! Acordamos com um dia lindo e ensolarado, renovados para continuar nossa viagem.

Antes disso, tomamos banho, nos arrumamos e fomos até o centrinho novamente procurar uma padaria para tomar café da manhã. Localizamos uma bem simples, tomamos nosso café e depois fomos conhecer a praia que havia próxima dali.

Lugar lindíssimo, com água “azulzinha”, areia branquinha e grossa, do jeitinho que nós gostamos! Porém, muito vento, o que nos impediu de dar um mergulho. Ainda quero voltar nesse lugar!!!

Depois do café e do rápido passeio pela “vilazinha”, voltamos para o camping, arrumamos nossas bagagens novamente na moto, acertamos com o Neto e seguimos viagem. Passamos no centro de Arraial do Cabo para abastecer a moto e fiquei ainda com mais vontade de conhecer esse lugar, mas como o nosso destino era Guarapari, não perdemos tempo.

p_20181111_135633_1_vhdr_auto_hpPegamos o caminho de volta até a BR 101 e só paramos para almoçar. Fazia muito calor, mas ainda bem que andar de moto é bem refrescante! Nossa parada para o almoço foi em um restaurante de beira de estrada, bem caseiro e familiar… daqueles que o dono cria as galinhas que são servidas no almoço, no próprio quintal de casa, sabe?

p_20181111_142352_vhdr_auto_hpA comida era bem servida e deliciosa! Até caldo-de-cana tomamos e a quantidade era tanta que levei um pouco na minha garrafinha térmica para tomar no meio do caminho.

Depois de quase sair rolando desse restaurante, enfrentamos a preguicinha pós almoço na estrada. Seguimos direto para Guarapari, parando apenas para abastecer, descansar e desabafar! (Isso fica em off entre Bruno e eu… rsrs)

Quando estávamos quase chegando em Guarapari, fomos abençoados com um lindo arco-íris que cobria a estrada de ponta a ponta… Lindíssimo!!!

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Devido ao tempo fechado e ao arco-íris que se formou, pegamos um pouco de chuva, mas Graças a Deus foi bem passageira. Deixamos a chuva para trás e seguimos até chegar na Pousada e Camping Porto Grande!

Esse foi o camping que escolhemos através do MaCamp, desde quando ainda estávamos em Guarulhos. Antes de sairmos para a viagem, mandei uma mensagem para o Marco (proprietário do camping) via Whatsapp e ele foi super simpático e receptivo logo de cara.

Pessoalmente, foi melhor ainda! Temos muito a tecer sobre o Marcão e seu camping no decorrer desse post, pois ele não só virou nosso amigo, mas também demonstrou como é bom saber que existem pessoas extremamente sensíveis e bondosas no mundo! Toda a experiência de vida que o Marcão tem, se reverteu em um atendimento personalizado e acolhedor que ele oferece em sua pousada e camping!

Bruno e eu não só recomendamos a Pousada e Camping Porto Grande, como queremos voltar lá muitas e muitas vezes! Já estamos com saudades!!! 🙂

Bom, mas voltando ao post…

Chegamos em Guarapari por volta das 19h do dia 11 de novembro (domingo), estava quase escurecendo, estávamos bem cansados, mas muito aliviados por termos chegado lá! Foram mais de 800 km em cima de uma Honda CB 300 (vulgo Brancas), que não é a moto mais confortável para viagens longas, mas que faz muito sucesso e ainda possibilita muitas viagens bacanas!!!

Sobre a nossa chegada ao camping, a ideia era ficarmos acampados lá por uma semana. O lugar tem bastante estrutura para isso, mas algo muito bom aconteceu! Marcão conversou conosco, nos mostrou as instalações e nós perguntamos quanto ficaria para ficarmos no camping por 1 semana.

A diária do camping por pessoa seria de R$ 30,00, sem café da manhã. Perguntamos a ele quanto ficaria o café da manhã e ele disse que normalmente era R$ 20,00 por pessoa, mas ele poderia fazer R$ 15,00 para nós (por pessoa). Sendo assim, o camping + o café da manhã sairia R$ 90,00 por dia o casal.

Como já estava escuro e ele tinha quartos vagos na pousada, perguntei se havia algum quarto que pudéssemos utilizar naquela noite, para montarmos a barraca só no dia seguinte, com mais calma. Ele não só ofereceu um dos quartos para nós, como também perguntou se a gente não queria ficar nesse quarto a semana inteira por R$ 100,00 a diária (do casal), incluindo café da manhã!

img-20181114-wa0017A diferença seria de apenas R$ 10,00 por dia, mas como o quarto era bem mais confortável e não havia quase ninguém por ser fora de temporada, aceitamos na hora e ficamos muito felizes com essa oportunidade! 😀

O investimento que fizemos com a barraca, colchão e afins ficará para outras viagens, pois não queríamos perder essa oportunidade! rsrs

O único porém nessa história foi o de que, como era domingo e nós decidimos pelo quarto de última hora, não haveria café da manhã na segunda-feira para nós, mas isso não foi problema, pois na hora de acertar o pacote, ele não cobrou a primeira diária e ficou “elas por elas”!

Depois de toda essa maré de boas notícias, descarregamos a moto, deixamos as coisas no quarto, tomamos um banho e saímos para procurar algum lugar para jantar.

Como estava escuro e ainda não conhecíamos a cidade, paramos no primeiro lugar que encontramos aberto, na avenida da praia de Meaípe.

Esse lugar era um restaurante e pizzaria, então decidimos pedir uma pizza, por ser mais prático, porém pecamos no sabor! Dentre os que mais gostamos estão Portuguesa e Margherita, mas nós escolhemos a portuguesa sem saber que fora de São Paulo, os ingredientes são outros… A pizza veio com bacon, não tinha ovos e nem presunto (um absurdo)!!! rsrs

Ficamos um pouco decepcionados com a pizza de lá, mas foi bom para matar a fome. Após o jantar, voltamos para o camping para descansar!

p_20181112_093534_vhdr_auto_hpNo dia seguinte, como não haveria café da manhã no camping, voltamos para a avenida principal da praia de Meaípe e encontramos uma padaria para tomar café. Aproveitamos para atualizar as notícias e para decidir em qual praia iríamos.

p_20181119_091423Ah! Importante dizer que logo que chegamos no camping do Marcão, ele nos entregou um mapa das praias de Guarapari, o qual preenchemos de cabo a rabo durante a nossa estadia por lá!

Consultando o mapa, ficamos indecisos sobre qual praia ir primeiro e acabamos indo parar na famosa praia dos Namorados!

Excelente praia, assim como a maioria. Porém, como é praia de centro, em época de temporada acaba enchendo bastante! Ainda bem que fomos no primeiro dia e em plena segunda-feira, pois conseguimos pegá-la mais vazia e aproveitar tranquilamente.

Saindo de lá, fomos almoçar no restaurante de uma senhora muito simpática (Mel), que nos atendeu muitíssimo bem e nos deu várias dicas sobre a região. Nisso já era mais de 16h, decidimos então voltar para o camping para tomar banho e conhecer melhor as instalações do camping, inclusive o outro lado da pousada, que é onde fica a casa do Marcão.

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Conhecemos também outros moradores do camping (sim, eles moram lá permanentemente), que são o casal Ana Paula e Airton e um outro casal que não lembro o nome, pois não tivemos muito contato. No caminho entre o camping e a pousada existem também algumas casinhas de moradores locais.

p_20181113_081522_vhdr_autoAo entrar na pousada do Marcão, fomos recepcionados pelo “Urso”, um cão pastor gigante que mais parecia um lobo! Apesar do tamanho e da cara de bravo, ele não fez nada conosco (Graças a Deus), mas não tente entrar lá a noite no escuro, sem estar acompanhado do dono da casa! rsrs

A parte da pousada também é muito tranquila, com muitas plantas e árvores frutíferas, inclusive cada casinha da pousada tem o nome de uma árvore, cuja respectiva fica plantada na frente de cada casa.

A nossa casinha não ficava desse lado, mas sim na parte do camping e tinha o nome de Casa Amarela, por causa do Ipê Amarelo que havia na frente dela.

Voltando para a pousada, após conhecermos todo o terreno na companhia do “guarda” (cão Urso), encontramos o Marcão que veio falar conosco e nos convidou para conhecer a casa dele. Ela fica na parte de cima de onde é servido o café da manhã.

Ficamos na varanda da casa dele aguardando o pôr-do-Sol. Aliás, na parte de trás da casa do Marcão tem uma lagoa enorme onde o pessoal pode andar de caiaque que é disponibilizado na própria pousada. Vimos o pôr-do-Sol na varanda da casa do Marcão… Momento de muita tranquilidade e paz!

Enquanto Bruno e eu apreciávamos o pôr-do-Sol, Claudinha (companheira do Marcão) ligou para ele via “whats” e ele mostrou a ela que estávamos lá… Ainda não a conhecemos pessoalmente, mas ficamos com muita curiosidade de conhecê-la, por causa das histórias que o Marcão contou sobre eles dois… Muito amor! ❤

Além disso, Cláudia é uma artista! Ela que pintou a maioria dos quadros que estão expostos na pousada! Além disso, ela adora restaurar móveis usados descartados, dando a eles serventia na própria pousada! Ela consegue transformar “lixo” em obras de arte… Ou seja, além de tudo Claudinha é sustentável!!! Adoro!

Precisamos conhecê-la pessoalmente, mas vai ficar para uma próxima visita! Deixamos Marcão à vontade para falar com Claudinha ao telefone, pois ela estava fora do país e demoraria a voltar… Bruno e eu voltamos para o camping para ver o que íamos fazer naquela noite.

Decidimos ir até o centro de Guarapari e andamos de moto pela praia do Morro, a qual estava movimentadíssima com pessoas correndo, andando de patins e praticando outras atividades físicas… Muito legal! Como estávamos em busca de comida, escolhemos um lugar para parar e saboreamos lanches deliciosos, acompanhado de vitamina de açaí! Hummm…

Depois de comer até quase explodir, voltamos para o camping para descansar!

No dia seguinte, terça-feira 13 de novembro, acordamos depois de uma bela noite de sono e fomos para a pousada tomar um café-da-manhã maravilhoso preparado só para nós dois, únicos hóspedes do camping até aquele momento. Nisso conhecemos a Fernandinha, funcionária e ajudante do Marcão. Ela preparou tudinho para nós, inclusive nos dias seguintes até o fim da nossa estadia no camping (com exceção do pão integral e da granola saudável, feitos especialmente pelo próprio Marcão)!

Bruno e eu sempre optamos por pousadas e campings com café-da-manhã porque dessa maneira economizamos com comida durante o dia na praia. Por isso também que somos os primeiros a chegar para o café e os últimos a sair na maioria deles! rsrs

Acho que a Fernandinha não aguentava mais a gente lá, pois além de comer bastante no café-da-manhã, aproveitamos o Wi-fi do local para atualizar as notícias, vídeos e afins… Quem nunca, não é mesmo???

Abastecidos, Bruno e eu seguimos para conhecer mais algumas praias! Ana Paula, moradora do camping e turismóloga nos deu várias dicas não só sobre Guarapari, mas sobre outros destinos os quais pretendemos conhecer um dia. Foi graças às dicas da Ana Paula que conseguimos encontrar a Praia dos Padres – a minha preferida de Guarapari!

Aproveitamos também para conhecer a praia da Bacutia que fica ao lado da Praia dos Padres e no fim da tarde fomos conhecer a Igreja de Sant’Ana que também é um ponto turístico de lá. Depois de tirarmos várias fotos da igreja e conhecermos a região, descemos para a Praia de Meaípe para aguardar o pôr-do-Sol!

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Depois do lindo pôr-do-Sol, voltamos para o camping tomar banho, descansar e comer alguma coisa no quarto mesmo. Compramos pão, requeijão, frios e “Toddynho” tanto o lanche durante o dia como para o jantar, no intuito de economizar para outras oportunidades gastronômicas.

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Batata-doce, aipim e ovos mexidos!

Na manhã seguinte, quarta-feira véspera de feriado, após o café-da-manhã caprichado com direito a aipim, batata-doce e banana-da-terra, partimos para conhecer as famosas Três Praias e as praias próximas a ela: Adventistas, Conchas e Aldeia! Foi um pouco difícil de chegar lá, mas no final valeu muito a pena, pois elas são lindíssimas!

Andamos bastante por lá, exploramos tudo o que conseguimos a pé. Depois, fomos até a praia do Morro, dessa vez de dia, para comer um lanche na praia, aproveitar o fim de tarde e tirar umas fotos com a estátua do Marlim Azul, uma espécie de peixe “espada”, famoso na região!

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Ao anoitecer, voltamos para o camping, mas antes passamos no mercado para abastecer mais um pouco.

No dia seguinte, era feriado de 15 de novembro. Após o café da manhã, fomos conhecer as praias Setiba (onde fica o camping CCB) e Setiba Pina. Só não fomos até a Setibão porque fomos orientados que a região estava sobre suspeita de arrastões, devido ao fato de ser muito deserta e procurada por quem gosta de praticar trilhas.

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Voltando de lá, passamos pela praia dos Padres (2ª vez) e acompanhamos o pôr-do-Sol que se foi atrás das árvores.

A noite, como era feriado, decidimos fazer um passeio pelo centro e jantar fora. Finalmente pude provar a famosa Moqueca Capixaba (por isso foi bom economizar fazendo lanches nos dias anteriores)! É uma pena que o Bruno não gosta de peixe e camarão, pois estava uma delícia e tive que comer tudo sozinha!!! rsrs

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Sexta-feira do dia seguinte ao feriado, voltamos para a mesma praia onde jantamos na noite anterior. A Praia das Castanheiras é ideal para as famílias irem com seus filhos, não é a toa que estava lotada! Até passeio de helicóptero tinha! Fiquei morrendo de vontade de passear de helicóptero, mas o valor era muito alto e eu já tinha feito minha opção pela Moqueca Capixaba do dia anterior… Não me arrependo! rsrs

Curtimos por ali mesmo, gravamos a decolagem do helicóptero várias vezes e depois nos acomodamos num dos quiosques para petiscar e beber um pouquinho! 😉

Sabadão, 17 de novembro, fomos conhecer o outro lado, voltando de Guarapari: Piúma e Anchieta. Ficamos na Praia de Ubu a qual é muito boa, porém um pouco perigosa, pois havia muitas pedras na margem, principalmente em frente ao quiosque o PP, onde passamos o dia. Mas nada que atrapalhasse o mergulho, pois antes de entrarmos no mar, ficamos observando as ondas e quando elas quebraram, percebemos que as pedras estavam lá na margem fincadas na areia. Na hora de entrar na água, era só ir um pouco para o lado e tomar cuidado na hora de voltar.

Nesse dia voltamos para o camping bem cansados e ficamos a noite por lá, assim como na noite anterior.

Domingo, no café-da-manhã, conversamos um pouco com um casal que tinha chegado no camping no dia anterior e estavam seguindo para a Bahia, também em uma viagem de férias. Foi muito legal conhecer a Rogéli e o Cláudio, pois além de também serem de Guarulhos, a vibe deles é muito boa e eles adoram viajar, assim como nós!

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Eu, Marcão, Cláudio, Rogéli e Bruno

Esse seria praticamente o último dia deles no camping e o nosso também, pois eles iam acordar de madrugada para seguirem viagem e nós dois (Bruno e eu) sairíamos depois do café da manhã para iniciarmos nossa viagem de volta pra casa…

Mas voltando ao domingo, pós café-da-manhã, fomos aproveitar nosso último dia de praia na Praia de Peracanga que ficou quase pau-a-pau com a Praia dos Padres no MEU quesito melhor praia de Guarapari. Apesar de estar bem movimentada, pois era domingo, conseguimos achar um cantinho tranquilo para aproveitar o dia.

Não satisfeitos, decidimos encerrar nossa temporada de praias capixabas indo pela terceira vez na Praia dos Padres! (Eu disse que era a minha praia preferida… rsrs)

Depois de nos despedir da Praia dos Padres, voltamos para o camping, tomamos banho e ficamos na varanda de uma outra casinha chupando manga que caia aos montes no quintal… O casal Guarulhense estava conosco neste momento e sugeriu sairmos para jantar o famoso bolinho de aipim do Recanto da Zezé, na praia de Meaípe.

Essa foi uma despedida e tanto! O bolinho é enorme e serve tranquilamente duas pessoas! Não consegui comer tudo pois pedi o meu bolinho com recheio de carne seca com queijo e estava beeeeeem recheado! Vale muito a pena!

Encerramos a noite de domingo com nossos amigos Guarulhenses e voltamos para o camping. Eles se despediram e foram dormir, pois iam sair de madrugada.

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Saudade desse café-da-manhã…

Bruno e eu também fomos descansar, mas no dia seguinte ainda conseguimos pegar um café-da-manhã caprichado antes de seguirmos nosso caminho. Aproveitamos para conversar um pouco mais com o Marcão, contar um pouco mais de histórias, com direito a choro na despedida! Isso mesmo, Marcão gostou tanto de nós que até se emocionou quando nos despedimos dele! Claro que nos emocionamos também, pois como falei, é nessas horas que vemos o quanto vale a pena fazermos novos e verdadeiros amigos!

Após o “chororô”, arrumamos nossas bagagens na Brancas (moto) e partimos de volta para Guarulhos!

Saímos no dia 19 de novembro, segunda-feira, por volta das 11 horas da manhã e pegamos a BR 101 até o Rio de Janeiro. No caminho apreciamos novamente as montanhas e paisagens capixabas… Deixou saudade!

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Paramos depois de 2 horas de pista para abastecer e almoçar. Comemos num self-service bem baratinho. Descansamos um pouquinho o traseiro e voltamos para a estrada.

Na volta pegamos muita chuva e tivemos que parar para procurar um hotel, camping ou pousada para dormir, antes que escurecesse e ficasse mais difícil.

Encontramos um hotelzinho bem simples em Casimiro de Abreu, mas que nos surpreendeu muito: o Hotel Ximenes! Pela frente você não dá nada por ele, mas por dentro ele é bem completo e tem tudo o que viajantes de moto cansados precisam: toalhas limpas, banho quente, cama limpa e até mesmo café-da-manhã!!! 🙂

p_20181120_062751Chegamos ensopados no hotel, tiramos as coisas da moto que ficou no estacionamento e estendemos tudo o que conseguimos no quarto do hotel. Pedimos uma pizza portuguesa  (sim, de novo! rsrs) e, para nossa segunda decepção, também não era igual a de SP. No entanto, a atendente da pizzaria nos deixou fazer um pedido especial!

p_20181119_203942Nossa pizza portuguesa especial tinha ovos, palmito, queijo e bacon (que acabou vindo por engano)! Não que eu não goste de bacon, mas na pizza pra mim não rola! Só faltou o presunto… mas tinha maionese! kkkkkkk Sim, lá eles colocam maionese na pizza… Até que não fica ruim, mas eu prefiro sem. Bom, mas tudo bem, a pizza especial matou nossa fome após uma viagem chuvosa e cansativa! 😉

Depois da pizza, capotamos! Acordamos no dia seguinte e fomos tomar o café-da-manhã do hotel. Este era bem mais simples comparado ao do Marcão, mas mesmo assim foi muito bom, pois nos sustentou durante quase toda a viagem até chegarmos em Guarulhos.

Fizemos uma parada para abastecer e outra na Estação Café para tomar um cappuccino com pão de queijo! Hummmmm…

Era terça-feira, 20 de novembro, aniversário da minha “sogritas” Nair! ❤ Por isso voltamos o mais rápido que pudemos para dar um abraço de parabéns nela! 😀

Chegamos em Guarulhos por volta das 18h, estava rolando um parabéns, mas eu estava tão cansada que só dei um abraço nela, “roubei” uma coxinha e fui para casa tomar banho e descansar!

E assim termina mais um registro de viagem de férias! Se leu até aqui e gostou, deixe o seu “Curtir” logo abaixo e aproveite para ler sobre nossas viagens anteriores! 🙂

Aproveite para assistir também o registro dessa viagem pelo nosso YouTube:

Espero poder registrar cada vez mais dessa atividade que amo fazer: VIAJAR!

Beijos e Gratidão! ❤

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