#Férias2017 #Paraty #Florianópolis

Querido blog!!!

No último post eu disse que ia continuar falando sobre as mudanças e acontecimentos, mas voltei super animada das férias e por isso quero registrar tudinho aqui assim como fiz nas férias do ano passado.

Nesse ano não usei todos os 15 dias úteis de férias de uma só vez, peguei 10 dias em Novembro e o restante ficou para Janeiro após o Ano Novo. Como dia 02 de Novembro foi feriado de Finados, trabalhei até o dia 1º e minhas férias começaram a contar a partir do dia 03/11, ficando da seguinte forma:

Novembro

Na verdade começamos a desfrutar das férias no dia 1º de novembro, no show do Planta e Raiz e do SOJA que aconteceu no Espaço das Américas (teve Maneva também, mas perdemos porque chegamos atrasados…)

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Nos dias 02, 03 e 04/11 aproveitamos para descansar e resolver algumas pendências, pois nossa primeira viagem estava programada para o dia 05/11 (domingo) logo pela manhã.  Apenas na sexta-feira, 03/11 que nós fomos para Aparecida do Norte de moto para agradecer e pedir proteção, mas nos outros dias foi apenas para organizar tudo mesmo. Não viajamos antes, pois a Tchuka (Isabelli) tinha um compromisso no sábado (04/11), por isso tivemos que esperar até o domingo para buscá-la e aproveitar nossas férias juntos.

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No domingo 05/11 pela manhã, Bruno e eu buscamos o carro alugado na Unidas, voltamos para casa para guardar a moto e pegar nossas bagagens. Passamos no mercado para comprarmos algumas coisas para a viagem, buscamos a Tchuka e partimos rumo a Paraty – RJ!

Ao invés de irmos pela Rodovia Presidente Dutra direto, optamos ir pela Mogi-Bertioga beirando as praias onde a vista é bem melhor. Outro motivo é o de economizar no pedágio, uma vez que a Rodovia Presidente Dutra tem vários pedágios caríssimos!

Por ser um domingo pós feriado, o caminho contrário estava congestionado, mas não para nós! A sensação de ir enquanto todos estão voltando é muito boa e nós curtimos o caminho de ida tranquilamente, parando onde fosse necessário para comer e esticar as pernas…

Chegamos por volta de 18h na Pousada Açaí dos nossos amigos Paulo e Eliana! Como é bom retornar a este lugar…  Bruno e eu os conhecemos nas férias de 2016 após passarmos um “perrengue” no camping em Trindade devido à chuva. Paulo e Eliana nos acolheram tão bem e são tão queridos que prometemos que voltaríamos lá!

Logo de cara fomos recebidos com um cafezinho da tarde! Na mesa também estava um casal de amigos deles que também são clientes reincidentes. Passamos um tempinho conversando e depois fomos para nosso quarto (o mesmo que ficamos no ano passado). Arrumamos nossas coisas e antes de descansar, Tchuka não resistiu e brincou um pouco na piscina! Depois pedimos uma pizza, jantamos e fomos dormir para aproveitar o dia seguinte.

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No dia 06/11, acordamos e matamos saudade do café-da-manhã delicioso preparado com muito carinho pela Eliana e pelo Paulo. Por ser uma segunda-feira e o tempo estar um pouco nublado, decidimos ir ao centro de Paraty para resolver algumas questões no banco, mas não deu muito certo. Por isso, resolvemos então partir para o primeiro passeio da programação: Cachoeira e Poço do Tarzan!

Não conseguimos aproveitar este lugar num dia ensolarado como gostaríamos, mas mesmo assim conseguimos desfrutar da natureza, passear e almoçar no restaurante Poço do Tarzan. Ficou pendente apenas a descida na Cachoeira/Tobogã do Tarzan, a qual os “especialistas” chamados de “surfistas de pedra” conseguem descer de pé! Nesse dia não havia nenhum instrutor para orientar a descida, então achamos melhor não arriscar!

Sobre o almoço, matei minha vontade de comer no  restaurante Poço do Tarzan. Por ficar no meio da mata ao lado da cachoeira, o lugar é bem tranquilo e a comida é bem típica e muito saborosa. Logo de cara escolhi um delicioso risoto de frutos do mar… Hummmm!!! Como apenas eu gosto de frutos do mar (Tchuka e Bruno não gostam), pedi meia porção, que mesmo assim dava tranquilamente para duas pessoas! Eles dois pediram filé de frango, arroz, feijão, fritas e salada, e dividiram os pratos. Comemos bastante e saímos satisfeitos!

Depois do almoço, caminhamos mais um pouco pela região e voltamos para a pousada. Tomamos um banho, colocamos roupas quentes pois estava um pouco frio e saímos para o centro de Paraty para dar uma volta e tomar sorvete na Pistache Gelateria. Depois do sorvete, andamos mais um pouco pelo centro, voltamos para a pousada e dormimos.

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No dia seguinte fomos abençoados com um belo dia de Sol!!! Enquanto desfrutávamos do delicioso café da manhã, conversamos com o Paulo para saber sobre os passeios de barco disponíveis. Ele nos apresentou a Escuna Paz e Amor, diferente da que fomos no ano anterior.

Passamos nossos documentos para o Paulo para que ele pudesse reservar nossas vagas. Arrumamos nossas coisas e fomos a pé até o pier de onde saem as escunas. Foi super tranquilo embora a Tchuka tenha reclamado um pouco por ter que andar mais um pouquinho… rsrs O passeio iniciou por volta de 11h. A Escuna Paz e Amor oferece serviços de bordo, música ao vivo e almoço a parte. O músico narra o passeio apresentando as ilhas pelas quais passamos e os locais de parada. Durante o passeio escolhemos nossa opção de almoço, para que tudo estivesse pronto no momento da parada. Eu escolhi filé de peixe, que veio acompanhado de um delicioso molho de camarão, Tchuka escolheu seu prato preferido (Strogonoff de Frango) e Bruno optou por uma porção de batata frita, que veio bem generosa.

O passeio foi muito gostoso e divertido! Adorei mergulhar novamente com os peixes… até perdi o medo de pular do barco. Bruno conseguiu colocar o celular em uma embalagem apropriada para mergulhar e fez filmagens divertidas embaixo d’água.

Ao final do passeio, o tempo começou a fechar e na volta para o pier ventou muito e nós passamos um pouco de frio… Chegamos no pier por volta de 16h e voltamos a pé para a pousada. Paulo e Eliana ofereceram café com bolo para nós e passamos o resto da tarde conversando com eles.

A noite fomos jantar na Esfiharia Emirados, muito frequentada pelos turistas e bastante indicado nas pousadas e sites de busca, pois as esfihas de lá são maravilhosas! Foi a segunda vez que Bruno e eu comemos neste lugar. Eu pedi o mesmo prato: kibe cru acompanhado de tabule, homus e pão sírio… Hummmmm… Adoro!!! Bruno e Isabelli pediram esfihas (gigantes). Depois da comilança, voltamos para a pousada e aproveitamos nossa última noite dessa temporada.

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No dia seguinte, quarta-feira 08/11/17, acordamos com mais um dia de Sol, porém era o nosso último dia e nossa estadia na pousada ia só até o meio-dia. Acordamos cedo para aproveitar bem o café com nossos amigos, arrumamos nossas coisas, nos despedimos de nossos amigos Paulo e Eliana e partimos de volta para casa.

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Assim como na ida, voltamos pelo litoral. Fizemos algumas paradas no caminho para comer e descansar. Chegamos em Guarulhos por volta de 19h, deixamos a Tchuka na casa da tia dela, abastecemos o carro, pois deve-se devolver o carro de tanque cheio, pegamos a moto, devolvemos o carro, voltei para casa e Bruno foi para a faculdade.

Na quinta-feira 09/11, Bruno e eu acordamos cedo para resolver algumas pendências, fomos até o meu cafofo para buscar algumas coisas e deixamos tudo pronto para sairmos bem cedo no dia seguinte rumo ao nosso próximo destino: Floripa!!!

Recarregando a bateria

Na sexta-feira 10/11, acordamos às 4h da madruga, equipamos a moto (sim, fomos para Florianópolis de moto!!!), nos equipamos e saímos por volta de 5h20 da manhã. Paramos para tomar café pouco antes da serra da Regis Bittencourt num posto onde visualizamos uma borboleta gigante, perto da entrada do banheiro! Essa foi a nossa primeira parada de outras 3 que fizemos pelo caminho.

Viajar de moto exige um pouco mais do que uma viagem de carro. Essa foi a nossa primeira viagem longa de moto, mas fizemos o teste antes em viagens mais curtas num período máximo de 3 horas. Devido à mesma posição sentada, após 1 hora e 30 minutos cravados, meu corpo já começa a reclamar e eu não consigo achar mais posição para ficar confortável. Por isso aviso o Bruno que precisamos parar e assim que achamos um local seguro, aproveitamos para esticar as pernas, abastecer, ir ao banheiro, tomar um café, etc. Tudo tranquilo!

A segunda parada demorou um pouco mais pois pegamos um trecho de serra meio isolado, com paisagens lindas, mas muito longo até o próximo posto. Neste momento a “Brancas” (apelido da moto), entrou na reserva e começamos a entrar em pânico, pois a serra não acabava nunca!!!

Quando finalmente acabou a serra, logo veio a sequência de postos e ficamos aliviados. Paramos, abastecemos, tomamos um cafezinho com pão de queijo e ainda conseguimos um trocado para os próximos pedágios. Algumas rodovias não cobram pedágio para motos, mas a Regis Bittencourt sim, foram 4 de R$ 1,50 e 4 de R$ 1,30 até Floripa.

A próxima parada depois dessa foi para almoçarmos. Nessa parada encontramos um japonês que havia passado por nós com sua super moto e ele veio conversar conosco. Contou que é de  São Paulo e que estava indo para o Chuí realizando o sonho da vida dele… Muito bacana!!!

Saindo de lá quase erramos o caminho, mas conseguimos voltar um pouquinho e fazer o retorno correto para Florianópolis. Nessa outra estrada paramos mais uma vez para abastecer e tomar um café. Lá encontramos outro pessoal de moto que são de Araraquara e estavam indo para um encontro de motoqueiros em Joinville. A moto deles chama bastante a atenção pelo estilo e também por carregarem um trailer onde dormem e fazem suas refeições. Essa família era composta de pai, mãe e filho, os pais na motocicleta maior que levava o trailer e o filho em outra moto customizada um pouco menor.

Depois dessa parada, só descemos da moto mais uma vez para o Bruno colocar a capa de chuva, pois chegando em Camboriú começou a chover bastante. O trecho de Camboriú até Florianópolis foi um pouco conturbado e cansativo, pois a chuva aumentou e ficou mais perigoso ainda andar de moto. Mesmo assim continuamos pois tínhamos reserva no hotel, a entrada era a partir das 14 horas e nós chegamos por volta de 18 horas no Praia Mole Hotel. Fizemos o check-in, fomos para o quarto, tomamos um banho quentinho, fomos ao mercado e voltamos para o hotel para comer e descansar.

Escolhi o Praia Mole Hotel, pois quando estava procurando nosso destino de férias, Bruno tinha sugerido que fôssemos para a Praia Mole em Florianópolis. Ele já tinha ido para lá há muitos anos e gostou bastante, já eu nunca tinha ido para Floripa e me apaixonei pelo lugar só de fazer as buscas na Internet! Fiz a reserva pelo Booking.com e, apesar de ter tido um pequeno problema com relação ao pagamento (cobraram o valor integral no cartão de crédito, sendo que era parcelado, mas depois estornaram e cobraram corretamente), no fim deu tudo certo e aproveitamos ao máximo a estadia!

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Depois de toda aquela chuva na sexta-feira, o sábado – dia 11/11/17 – amanheceu ensolarado e foi MA-RA-VI-LHO-SO acordar com o Sol na janela do quarto iluminando a vista abençoada do mar!!! Obrigada Deus por me conceder o dom da visão para que eu pudesse apreciar este momento!!!

O Praia Mole Hotel é enorme, tem várias opções de quarto, com e sem vista para o mar (escolhi COM vista para o mar, é claro), e possui inclusive cabanas que são “casinhas” com vista para o fundo da Lagoa… Espetacular!!! Na próxima vez que voltarmos para lá, vamos pegar uma “cabaninha” para ver como é. Nosso quarto era muito bom, a única coisa que não me agradou foi o banheiro sem janela e escuro. De resto, não tenho nada do que reclamar!

Bom, voltando ao sábado… rsrs Acordamos com o dia lindo e fomos direto para o café-da-manhã que é um requisito essencial para nós, pois podemos aproveitar o dia todo sem nos preocupar com almoço e depois só fazemos uma refeição mais reforçada no jantar.

O café-da-manhã do Praia Mole Hotel é bem servido, mas as opções se repetem todos os dias. No primeiro dia o responsável pelo restaurante até fez algumas tortas diferentes, que realmente estavam gostosas apesar de não serem saudáveis, mas foi só naquele dia. Nos outros dias permaneceram as mesmas opções.

Não gosto de reclamar de comida, mas pelo porte do hotel, acho que deveria ser um pouco mais diversificado. Os sucos não pareciam ser naturais e as opções de pães não eram muito boas. Os pães integrais por exemplo, eram aqueles de fôrma iguais aos que compramos no mercado, os outros pães eram francês e de leite que estava seco. Acho que por receberem esportistas e realizarem eventos, deveriam focar na qualidade tanto dos produtos quanto do local que estava um pouco descuidado.

Depois do café da manhã fomos ao mercado comprar alguns quitutes para levarmos para a praia. Nesse dia ficamos na Praia Mole mesmo, em frente ao hotel. Na minha opinião esta era a praia mais bonita de todas e justificou o motivo pelo Bruno ter escolhido este lugar para nosso destino de férias. O único ponto fraco desta praia é com relação ao banho de mar, pois é bem agitado e não consegui ficar muito tempo na água. Não é a toa que este é o local preferido dos surfistas que chegavam todos os dias às 6 horas da manhã para surfar! kkkk

Depois de aproveitarmos o sábado de Sol na Praia Mole, voltamos para o hotel para deixarmos as coisas e sair para dar uma volta. Tomamos banho e, por indicação de outro atendente do hotel (Ronaldo – muito prestativo por sinal) fomos dar uma volta nas redondezas e conheci meu lugar preferido: A Lagoa da Conceição (acesso restrito). Nesse lugar existe uma escola de kite surf, SUP e afins, onde o instrutor Paulo Barra oferece cursos e passeios pela lagoa a preços justos.

Nessa tarde eu apenas conheci o local, até relembrei a infância num balanço que tem por lá e depois voltamos para andar até Galheta (outra praia famosa por ser deserta e frequentada por quem gosta de nudismo). Se eu soubesse que iríamos até essa praia, não tinha tomado banho, pois é uma “caminhadinha” longa e passa por uma pequena trilha no meio do mato, a qual eu indico ir de tênis, pois tem alguns espinhos. Graças a Deus não me furei e meu Bruno me emprestou o chinelo dele para eu não molhar meu sapatinho de pano… rsrs

No caminho da praia, encontramos uma vendedora ambulante com um pote redondo nas mãos… Ela passou por nós e falou:

– Boa tarde galera! Vocês querem provar “Brisadeiro”?

Oi? Nesse momento achei que eu tivesse ouvido errado, mas deixei ela continuar a falar…

– É uma mistura de “X” gramas de chocolate, com “X” gramas de camarão e “X” gramas de MACONHA PRENSADA!!! Tá CHAPANTE!!!

kkkkkkkkkkkk

Pra piorar ela ainda falou:

– Tá fresquinho!!!

Sendo que só tinha UM naquele pote… rsrs

Perguntamos a ela o nome novamente e ela repetiu: “BRISADEIRO”! Ou seja, eu não tinha entendido errado… kkkkk

Agradecemos e recusamos, é claro! rsrs

Continuamos caminhando até a praia da Galheta, mas voltamos logo devido ao Sol estar se pondo e ventar muito naquele momento. Não vimos ninguém pelado nessa praia, apenas um “véio”, safado e sem vergonha que estava meio afastado e se masturbando olhando para o mar… ridículo!

Como começou a escurecer e esfriar, voltamos para o hotel. Pegamos a moto e fomos para o outro lado da Lagoa da Conceição para conhecer e procurar algum lugar bacana para jantar.

Como tinha esfriado bastante e eu estava de “blusinha de alcinha” e shorts, escolhemos logo um lugar para comer e nos abrigar do frio (o duro foi para ir embora depois). Escolhemos o Barcelos, uma pizzaria e restaurante com várias opções, tanto para quem quer comer comidas típicas (praianas) quanto para quem quer comer pizza.

Escolhi Anchova e o Bruno optou por uma pizza de 6 pedaços. Mesmo eu tendo pedido “meia porção”, veio muita comida, mas estava tão delicioso que comi quase tudo. O  Bruno estava gripado e não conseguia comer direito, por isso ele comeu alguns pedaços de pizza e levou o restante para comer mais tarde. Depois do jantar, fomos para o hotel descansar para o próximo dia.

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No dia seguinte, domingo 12/11/17, acordamos cedo para aproveitar o café-da-manhã e depois fomos andar de SUP (stand up paddle) na lagoa. Não temos registro desse momento pois o meu celular ficou no galpão com as nossas coisas e o celular do Bruno se afogou! kkkk A capinha que o instrutor emprestou para ele, não aguentou. Logo na primeira queda do Bruno na água, a capinha saiu do pescoço dele… Quando ele voltou para a prancha, olhou para o lado e o celular estava boiando dentro da capinha cheia d’água! Achamos que o celular não ia mais funcionar, mas colocamos dentro de um saco de arroz e ele voltou aos poucos… rsrs

O instrutor nos deixou andando de SUP por aproximadamente DUAS HORAS!!! Se eu pudesse passaria o dia inteiro remando… rsrs Até passou pela minha cabeça uma ideia sobre “Energia Limpa”, mas isso é fantasia da minha cabeça, que quem sabe um dia coloco em prática, né?

Depois de andarmos de SUP, fomos dar uma volta para conhecer outras praias. Bruno me levou até a Praia da Joaquina, famosa por ser também a morada do ex-tenista Guga. A Praia da Joaquina estava bem movimentada devido ao fato de ser um domingo, mas ventava muito e ocorreu um fenômeno no mar na noite anterior que deixou a areia tomada de galhos e folhas. Além disso a água estava muito próxima do asfalto e o pouco que tinha de areia estava tomado de pessoas, parecendo a Praia Grande de Santos! #SQN rsrs

Tiramos algumas fotos e decidimos ir para um lugar mais tranquilo. Voltamos para a Lagoa da Conceição (lado aberto) e, apesar de também estar bem movimentado, estava bem mais agradável. Me lembrou o Stanley Park em Vancouver – Canadá… várias pessoas na grama, show ao vivo, crianças brincando na água, piquenique e afins! Foi uma deliciosa tarde de domingo!!!

Mesmo ainda estando claro o dia, decidimos voltar para o hotel para tomar banho e colocamos roupas quentes, pois o tempo tinha esfriado. Apesar do Sol, vinha um vento gelado (Sul) e não tinha como ficar sem agasalho na sombra.

Depois de nos arrumar, fomos de moto até um lugar chamado Moçamba Restaurante, próximo à praia de Moçambique. Recebemos uns convites para um evento chamado Tardes de Jardim com um Dj local e a cantora Annyria Wailer, que também é da região. Curtimos bastante a noite até umas 22h e depois voltamos para o hotel.

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Na manhã seguinte, segunda-feira 13/11/17, acordamos cedo para o café e depois saímos para resolver algumas pendências (típico de segunda-feira… rsrs). Na verdade precisamos lubrificar a corrente da moto, trocar o manete que havia quebrado na ida e a luz de freio que queimou, afinal temos que cuidar do nosso meio de transporte, né? O que por sinal é o segundo melhor meio de transporte da ilha (o primeiro é bike, é claro!). Quem tem que andar de carro por lá sofre demais com o trânsito, pois a maioria das ruas são de mão dupla e o congestionamento entre praias leva cerca de 3 horas nos horários de pico! Um absurdo perder um tempão parado num lugar tão lindo sem poder aproveitar!!!

Saímos para procurar oficinas de moto do outro lado da ilha, pois passamos por algumas oficinas na chegada a Florianópolis, mas não lembrávamos ao certo onde ficava. Acabamos conhecendo alguns lugares, paramos para tirar umas fotos no Mirante, mas voltamos para o Sul da ilha, pois o Bruno lembrou das oficinas que viu quando chegamos em Floripa. Era perto do meio-dia e lá todos os comércios e oficinas fecham para o almoço entre 12 e 13h30, então aproveitamos para almoçar no Deck’s Restaurante, o qual gostamos bastante e recomendamos por ser bom, gostoso, barato e ainda ter direito à sobremesa típica “negrinho”, como apresentou a garçonete (Shirlei, se não me engano)! rsrs

Ficamos nesse restaurante até o horário de abertura das oficinas e, enquanto isso, ficamos conversando com a garçonete que contou um pouco sobre a experiência dela em Floripa. Ela era de Porto Alegre, foi só uma vez conhecer Floripa e se apaixonou… Decidiu imediatamente se mudar, largou emprego, casa e foi de mala e cuia para Floripa. Ela e os seus patrões nos deram várias dicas de passeios e lugares para conhecer, mas devido ao tempo que tínhamos em Floripa, não foi possível aderir ao roteiro e teremos que fazer todos esses passeios numa próxima vez.

Saindo do restaurante, fomos até a oficina fazer a manutenção na moto, super barata por sinal! A troca do manete, luz de freio e lubrificação da corrente ficou tudo em apenas 15 mangos (Reais rsrs)! Uma belezinha! É por essas e outras que eu adoro viajar de moto! Pena que não dá para levar a Tchuka conosco, mas um dia compramos mais uma moto e viajamos os três de forma econômica e divertida! rsrs (Daí vão falar: “mas porque não compram um carro???” E eu respondo: “Porque carro é bem mais caro, pega trânsito e não proporciona a mesma aventura que andar de moto, oras!”)

Depois de resolver tudo o que precisávamos, voltamos para o hotel e fomos curtir o fim de tarde e o pôr-do-sol na Lagoa.

A noite fomos até o “centrinho” da lagoa para conhecer um pouco mais a noite. Até procuramos algum lugar para comer, mas já estava bem tarde e nós não queríamos gastar com jantar naquele dia, pois gastamos com o almoço. Então voltamos para o hotel e comemos o que tínhamos por lá.

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Na manhã seguinte, terça-feira 14/11/17, véspera do feriado da Proclamação da República, Bruno e eu acordamos cedo como de costume, tomamos nosso delicioso café-da-manhã e fomos primeiro até a lagoa para andar mais um pouco de SUP e poder tirar algumas fotos (já que não conseguimos da vez anterior). Dessa vez andamos por aproximadamente 1 hora e revezamos a prancha para que um pudesse fotografar e filmar o outro.

Depois de andar de SUP, partimos rumo ao Sul da Ilha para encontrar minha amiga Gi Gi que trabalhou comigo no Colégio Marista Nossa Senhora da Glória há mais de 12 anos! Ela trabalhou no Glória por um tempo e depois se mudou para Floripa com o marido. Ela viu uma postagem minha sobre Floripa no Facebook e fez um comentário. Aproveitei para puxar assunto e ver se ela estaria disponível para uma visita! Deu certo!

Antes de encontrá-los, demos uma volta pelas praias da região Sul: Novo Campeche, Armação e paramos na Praia do Campeche para avisá-los que estávamos por perto. Paramos no Restaurante Pequeno Príncipe para carregar o celular e já que estávamos lá aproveitamos para almoçar.

Pedi um risoto de siri que estava delicioso e o Bruno pediu um pastel (que demorou horrores… rsrs). Comemos, fizemos uma horinha até o celular terminar de carregar e depois descemos do restaurante para a praia. Ficamos na areia curtindo a paisagem, não tive coragem de entrar no mar porque apesar do Sol, ventava muito (sim, venta muito lá, não sei se é porque é Sul, mas pra mim, venta demais!) então preferi ficar tomando Sol apenas.

Passados alguns minutinhos, Gi Gi avisou que estava de saída para uma caminhada na praia e estava indo em nossa direção para nos encontrar. Não demorou nem 15 minutos e avistamos ela e o marido (Ricardo), chegando alegres e sorridentes (os dois são muito parecidos, principalmente no sorriso!) =D

Conversamos um pouquinho por ali mesmo e o Ricardo já tinha feito vários roteiros para nos apresentar! kkkkk Porém como já era um pouco tarde e não poderíamos demorar a voltar para o hotel devido ao frio, optamos por fazer pequenos passeios pelas praias da Armação, Matadeiro e Pântano, mas antes passamos na casa deles para deixar a moto, tomar um suco, COMER UM QUEIJO que ficou pra história, pois fiquei com um pedaço enorme de queijo no aparelho durante o passeio e só percebi quando voltamos para a casa deles depois do passeio, ou seja, depois de tirar várias fotos sorridentes! kkkkkk

Depois do tour por algumas praias do Sul da Ilha, voltamos para a casa da Gi Gi para tomarmos um café moído e coado na hora! Conhecemos melhor o Chico, cão fiel e companheiro do casal! Ficamos conversando por horas, o Ricardo até tocou piano e violão para nós! Muito agradável, fiquei muito feliz de ter encontrado a Gi Gi depois de tanto tempo e poder desfrutar um pouquinho de Floripa junto deles! Esperamos que na próxima tenhamos mais tempo para fazer os outros roteiros que o Ricardo havia preparado para nós! rsrs

Depois do café, bolo, música e toda a conversa colocada em dia, acabamos saindo tarde de lá (não teve jeito… rsrs). Passei um pouco de frio na moto, pois estávamos com roupas de praia e não levamos nossas capas, mas chegamos bem no hotel e tomamos um banho quentinho. Daí foi só dormir e nos preparar para o último dia de passeio em Floripa.

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Na quarta-feira, 15/11/17, feriado da Proclamação da República, acordamos cedo para aproveitar o café e o último dia de passeio. Nosso destino foi o Norte da Ilha, começando por Jurerê Internacional que, apesar de ser muito famosa pelos gringos, não nos agradou tanto pelo fato de quase não ter mais areia para ficar, pois o mar está invadindo a praia. O pouco espaço que tinha estava tomado pelos banhistas e nós decidimos não ficar por lá.

De lá fomos até Canasvieiras, que é bem melhor que  Jurerê Internacional, na minha opinião. Andamos de moto por quase toda a praia, tiramos algumas fotos no pier que também estava bastante movimentado, mas como queríamos conhecer outras praias, não ficamos em Canasvieiras para tomar banho de mar. Fomos até a Praia dos Ingleses e paramos para comer algo na beira da praia. Pedimos pastéis para nós dois, eu pedi uma vitamina de Açaí com Banana (DI-VI-NA) e o Bruno pediu uma cerveja (pra variar). Essa praia é mais “povão” como costumamos chamar, pois além de estar cheia, assim como estava em  Jurerê Internacional por ser feriado, tem vários quiosques com mesinhas, cadeiras e guarda-sol espalhados pela praia (coisa que em  Jurerê Internacional não tinha… também não tem nem mais espaço para isso… rsrs).

Fizemos um tempinho na Praia dos Ingleses e depois nosso destino foi a Praia de Moçambique. Já tínhamos passado por lá no domingo para ir no Moçamba Restaurante, mas não conhecemos a praia. Esta já é mais do nosso agrado, pois o espaço na areia é amplo, o mar não estava tão agitado (propício para banhos) e a praia em si não é tão movimentada quanto as outras. Ficamos um tempinho lá filmando um pessoal que estava praticando kite surf… Muito legal!!! Deu para filmar bem de pertinho! Parecia que ele ia sair para a areia, mas depois com manobras bem rápidas ele voltava para as ondas novamente! Depois de filmar bastante o rapaz do kite surf, pegamos o caminho de volta, uma estradinha bem viajante do Parque do Rio Vermelho.

Chegamos no hotel, tomamos banho, colocamos roupas quentes e fomos para a lagoa procurar um lugar para jantar. Optamos por um lugar que eu já tinha visto a primeira vez que era a Beiju Tapiocas & Caipirinhas. Adoramos o lugar, super recomendamos! Pra começar eu pedi tapioca de Strogonoff de Camarão e o Bruno pediu de vários queijos (rara)… Já nos apaixonamos pelas tapiocas logo na primeira mordida! Recheio super saboroso e a massa da tapioca é bem uniforme, não fica cheia de pelotinhas como as que fazemos em casa! (quero descobrir o segredo para elas ficarem assim!!!).

Na segunda rodada escolhemos uma tapioca grande para dividirmos e o sabor foi palmito, cream cheese, tomate seco e manjericão… Nuooooooossa! Se já ficamos salivando nas primeiras, essa deixou com gosto de quero mais! Mas ainda tinha a sobremesa… Pedimos uma tapioca de banana, nutella e sorvete para dividir e nem preciso dizer que foi sensacional, né? Não contentes, na hora de pagar a conta perguntamos se o lugar estaria aberto na hora do almoço no dia seguinte, para almoçarmos lá antes de ir embora de Floripa, mas infelizmente o atendente informou que não abriria para o almoço (sniff)… Depois do jantar, voltamos ao hotel para descansar para a nossa viagem de volta.

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Na quinta-feira, 16/11/17, fiz questão de acordar um pouco mais cedo para acompanhar o nascer do Sol da janela do nosso quarto… consegui tirar algumas fotos! Depois fomos aproveitar nosso último café-da-manhã (desta temporada… rsrs) e fomos para a Praia Mole em frente ao hotel para nos “despedir” do mar com um até logo, pois muito em breve voltaremos, se Deus quiser!

Saindo da praia, dei um mergulho na piscina externa do hotel (só para falar que eu entrei… rsrs), muito boa por sinal, mas como eu prefiro praia, acabei nem ligando para a piscina nos outros dias. Além dessa piscina externa, tem uma outra piscina aquecida que também entrei num outro dia só para ver como é e para falar que eu entrei… rsrs

Depois do mergulho na piscina, voltamos para o quarto, tomamos banho, arrumamos nossas coisas e fizemos o check-out do Praia Mole Hotel.

Saímos por volta de 11h30 do hotel. Nossa aventura de moto na volta foi mais atrapalhada que na ida, porém mais engraçada também. Passamos na mesma oficina que fizemos os reparos na moto na segunda e lubrificamos a corrente “NA FAIXA”!!! Muito gente boa o dono da oficina!

Depois disso, pegamos a estrada de volta. Erramos o caminho, andamos quase 1h sentido Porto Alegre e só percebemos quando eu comecei a achar o caminho estranho e comecei a reparar nas placas do sentido contrário que indicavam Curitiba e  São Paulo para o outro lado… rsrs

Paramos num restaurante de beira de estrada e perguntamos para um caminhoneiro que confirmou que estávamos indo para o sentido contrário. Voltamos cerca de 1h (detalhe, pagamos pedágio ida e volta) e como esse tempo todo já é bem desconfortável para mim, falei que precisava parar para esticar as pernas. Paramos perto de Camboriú para almoçar num restaurante bem simples, mas muito gostoso e barato.

Desfeita a bagunça, alimentados e descansados, pegamos a estrada novamente, mas logo tivemos que parar para abastecer a moto. Aproveitamos para tomar água e ir ao banheiro. Depois pegamos a estrada novamente e começou a formar um tempo de chuva. Paramos para eu colocar a capa, mas o Bruno não quis colocar a dele, pois ainda estava muito calor.

A chuva ficou rodeando, o tempo estava abafado chegando aos 39 graus (isso mesmo!) e quando começou a pingar, Bruno parou para colocar a capa de chuva dele, mas ficou de calça jeans por baixo e começou a reclamar muito do calor. Por conta disso tivemos que parar num posto, pois estava tudo escuro para frente e é aí que entra a parte engraçada da viagem (vai ficar para a história, igual ao Brisadeiro! kkk).

Paramos na parte dos fundos do posto, atrás do restaurante, pois tinha um banheiro e ele queria trocar a calça pelo shorts. Enquanto ele fazia a troca, a escuridão se aproximava seguida de ventos, poeira levantando tudo… Eu toda paramentada só esperando ele se trocar fiquei só observando aquela escuridão e falei para ele que era melhor entrarmos e esperar um pouco… Enquanto ele se arrumava na maior paciência, eu me desesperei com aquela ventania toda e gritei: “TEMPESTAAAAAADEEEEEEE!!!” kkkkkkkk Saí correndo parecendo um astronauta andando na Lua e entrei no restaurante.

Nisso eu achei que o Bruno viesse rapidamente, mas passou uns 3 minutos e ele apareceu com a moto na frente do restaurante e reclamou que eu saí correndo e o deixei lá sozinho arrumando as coisas, tadinho… rsrs Foi só ele entrar no restaurante que o temporal desabou! Choveu muito, por isso resolvemos comer um lanche enquanto esperávamos a chuva passar.

Demorou bastante até a chuva passar, e quando passou já estava ficando escuro. Nosso objetivo era dormir em Ilha Comprida, pois combinamos de voltar pelo litoral Sul para ver as praias. Na verdade queríamos ter ido para  Curitiba, mas não sabíamos se estava muito longe e se acharíamos lugar para dormir, por isso resolvemos seguir rumo a Ilha Comprida

Se eu soubesse antes como era lá, tinha falado para ficarmos em  Curitiba mesmo, pois Ilha Comprida não é legal! Antes de sairmos da Régis Bittencourt, abastecemos num posto isolado no meio das duas pistas (ida e volta), aproveitamos para ir ao banheiro e esticar as pernas. Depois disso, não conseguimos mais parar até chegar em Ilha Comprida e isso foi massacrante! rsrs

Antes de sairmos da Régis Bittencourt, sentido Ilha Comprida, havia um posto enooooorme, com um restaurante grande e confortável, mas ao invés de parar, passamos direto e pegamos uma estradinha sinistra de mão dupla. Antes de Ilha Comprida, tem que passar por Iguape e pra chegar nesse lugar, foi uma aventura, parecia um filme de terror, com direito a ônibus acelerando atrás de nós parecendo uma perseguição!

Ao mesmo tempo que fui rezando para não acontecer nada que nos fizesse parar naquela estradinha deserta e escura, estava morrendo de vontade de pegar o celular para gravar aquela aventura, mas não quis correr o risco do celular cair no meio da pista e o ônibus passar por cima! rsrs

Enquanto íamos pela estradinha com o ônibus na cola, o céu relampejava o tempo todo, mas nada de chover… Graças a Deus, senão seria mais arriscado ainda aquele trajeto. Não lembro o nome daquela estradinha, mas depois de uns 40 minutos nela (eu acho), chegamos em Iguape. Como já era mais de 23h, estava tudo deserto e não tinha muitos lugares para nos acomodarmos. Passamos a ponte até Ilha Comprida e conseguimos uma pousada beeeeeem simples para passarmos a noite.

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O lugar não era muito agradável, o quarto que conseguimos era um puxadinho da casa do dono da pousada, mas o que compensou foi o café-da-manhã que ele preparou pra nós no dia seguinte, com direito a frutas, frios, pães, leite e café! (rsrs) Salvo pelo café!

Choveu um pouco a noite, mas amanheceu sem chuva, tomamos nosso café, arrumamos nossas coisas, pagamos e saímos para conhecer a “ilha”. Sinceramente… NÃO GOSTEI! Mas também, uma pessoa que acabou de voltar de Florianópolis, com águas tão azuis e lugares tão lindos, não serve de parâmetro para avaliar as praias do litoral Sul de SP. rsrs

Tiramos algumas fotos em Ilha Comprida e depois voltamos para Iguape. A proprietária da pousada que ficamos em Ilha Comprida disse que Iguape é parecida com Paraty devido ao “Centro Histórico”… #SQN né? Iguape tem lá algumas casinhas e igrejas no estilo antigo e até que bonitinhas, mas são pouquíssimas e não chega a ser parecida com Paraty… De qualquer forma tiramos algumas fotos na pracinha da igreja.

Saindo de Iguape, nosso destino era voltar pelas praias do Litoral Sul de SP. Era para voltarmos por aquela mesma estradinha sinistra que pegamos a noite, mas até isso foi diferente. Saímos por outro lugar e pegamos uma outra estradinha desconhecida com várias plantações de banana. Demorou muito até chegarmos num lugar conhecido, até que saímos na Regis Bittencourt novamente e paramos no primeiro posto que avistamos para abastecer.

Seguindo viagem, saímos da Regis Bittencourt e pegamos a Rodovia Padre Manuel da Nóbrega. O tempo estava nublado, com alguns momentos de chuva, mas não chegou a chover forte no início.

A próxima parada foi em Peruíbe. Nunca tinha ido para lá… Pena que o tempo não estava bom, não pudemos apreciar direito o local. Apenas passamos de moto e seguimos nosso caminho. Íamos parar em Itanhaém, mas não estava muito favorável também. Por isso decidimos ir direto para Mongaguá para almoçar.

Chegamos em Mongaguá perto das 16h, procuramos um local para parar, pois tinha começado a chover. Paramos no Bistrô Flor de Lis e almoçamos uma comidinha muito saborosa com um feijãozinho delicioso… Hummmm!!! Fazia tempo que eu não comia um feijãozinho tão gostoso…

Depois do almoço, partimos de volta para Guarulhos, pegamos muita chuva já em São Paulo, mas chegamos muito bem, Graças a Deus!

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Agora é só curtir as lembranças e planejar as próximas viagens!

Espero que tenham gostado! 😉

 

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